TDAH adulto · Presencial e online
TDAH adulto: não é falta de vontade
Começar tarefas, terminar o que começou, lembrar do que combinou, não explodir na hora errada. Para muita gente com TDAH, a vida adulta é uma sequência de "eu sei o que tenho que fazer e não consigo fazer".
E, por cima disso, anos ouvindo que era preguiça ou desorganização.
A terapia para TDAH adulto não é um curso de organização. É entender como o seu funcionamento interage com o seu ambiente: onde a atenção some, o que faz você adiar, o que acontece quando você se cobra. A partir disso, construímos rotinas e estratégias que cabem no seu jeito, e trabalhamos a parte que quase ninguém olha: a autocrítica que se acumulou ao longo dos anos.
Se você ainda não tem diagnóstico e quer investigar, também faço avaliação neuropsicológica. Se já tem, a terapia é o passo seguinte.
Para quem
Para quem é este atendimento
Com diagnóstico ou com suspeita
Adultos que já têm o diagnóstico de TDAH, ou que se reconhecem na descrição e querem entender.
Foco e procrastinação
Dificuldade de começar, de sustentar a atenção e de terminar, mesmo no que é importante.
Esquecimento e impulsividade
Compromissos perdidos, coisas ditas sem pensar, decisões tomadas no impulso.
Sempre atrasado em relação à própria vida
A sensação de que os outros avançam e você fica correndo atrás.
Como começar
Três passos, sem burocracia
Você me manda uma mensagem
Pelo WhatsApp, em poucas linhas: o que você está procurando e se prefere online ou presencial em São José/SC. Eu respondo com os horários disponíveis. Atendo de segunda a sexta, das 8h às 20h.
As primeiras sessões são de conhecimento
Eu entendo o que está acontecendo, você entende como eu trabalho. Ao final, montamos juntos um mapa do problema e um plano. Sessões de 50 minutos, com recibo para reembolso do plano de saúde.
Só depois a gente decide se continua
Com o mapa na mão, você decide com clareza se faz sentido seguir. Sem compromisso antes disso. Se não for comigo, eu indico colegas.
Perguntas frequentes
O que perguntam antes de marcar
Com que frequência são as sessões?
Semanais, de 50 minutos. Essa frequência é o padrão porque dá continuidade ao trabalho sem que cada encontro precise recomeçar do zero. Em momentos específicos do processo, a frequência pode ser revista em conjunto.
Quanto tempo dura o processo?
Não existe resposta única, e desconfie de quem der uma — a duração depende da demanda, do contexto de vida e do próprio andamento do trabalho.
O que existe é transparência: revisamos periodicamente o que está sendo trabalhado e o que já mudou, para que continuar seja sempre uma decisão informada. Inclusive a decisão de encerrar, que também é feita junto.
Qual é o valor da sessão?
Informo valores e condições de pagamento diretamente na conversa, pelo WhatsApp ou na primeira consulta. O Código de Ética Profissional do Psicólogo orienta que o preço não seja usado como argumento de divulgação, e eu sigo essa orientação. Pode perguntar sem constrangimento.
Você atende por convênio?
O atendimento é particular. Emito recibo com meus dados e registro profissional para solicitação de reembolso ao plano de saúde. Vale consultar o seu qual é o percentual coberto e quantas sessões por mês estão incluídas.
Terapia online funciona tanto quanto presencial?
A literatura científica mostra resultados equivalentes ao presencial para a maior parte das demandas em terapias cognitivo-comportamentais. O que mais influencia não é a tela: é a regularidade das sessões e a qualidade do ambiente de onde você se conecta. Existem situações específicas em que o presencial é mais indicado, e eu te digo isso com clareza se for o seu caso.
E se eu precisar cancelar uma sessão?
Cancelamentos avisados com no mínimo 24 horas de antecedência são remarcados sem cobrança. Dentro desse prazo, a sessão é considerada realizada — o horário fica reservado para você e não é possível oferecê-lo a outra pessoa em cima da hora.
O que eu falo fica em sigilo?
Sim. O sigilo profissional é previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e é a base do trabalho. As exceções são estritas e definidas em lei — risco à vida e determinação judicial — e você seria informado caso alguma se aplicasse. No atendimento de adolescentes, o sigilo é igualmente respeitado, com os limites conversados de forma clara com o adolescente e com a família no início do processo.
Não precisa saber explicar direito
"Não sei bem o que está acontecendo, mas não está bom" é um começo perfeitamente válido. Me manda uma mensagem.